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  • Raquel Robaert

Lobby e democracia, indissoluvelmente interligados

O processo de influência e o Dia Internacional da Democracia, um convite para a reflexão sobre ambos.



Essa semana se comemorou o Dia Internacional da Democracia. Não é possível afirmar que a data tenha sido celebrada ao redor do mundo ou somente onde o regime democrático ainda sobrevive de forma vibrante - termo empregado pelo atual ministro da economia Paulo Guedes em menção a democracia brasileira e a relação de independência entre os três poderes da república - ou se apenas é lembrada por constar no calendário. Apesar disso, o que não deixa dúvida é a relação de interdependência entre governos democráticos, a sociedade e o mercado trazendo, cada um a seu modo, a sua contribuição para a arena do debate de ideias.

Prova disso, é a chamada Revolução 2.0 que vem modificando o processo de influência e tomada de decisão dos poderes constituídos nas democracias em todo o mundo. A tentativa de influenciar agentes públicos, por exemplo, até então restrita a um seleto grupo passou, também, a ser utilizada pelo cidadão comum através das mídias sociais. Neste contexto, tanto o lobby de mercado quanto do leigo depende do Free Market (*livre mercado) de ideias, e da liberdade de expressão para poder participar do processo decisório que só ocorre dentro de um regime democrático.

Agora, se a sobrevivência da prática de defesa de interesses, tanto da sociedade quanto do mercado junto a membros do Poder Público depende da democracia para ser exercida, do que depende a sobrevivência da democracia para que a mesma possa continuar existindo de forma vibrante? Para responder a esta pergunta cabe a todos os atores envolvidos um convite para refletir sobre o tema em direção a um amadurecimento tanto da democracia quanto da participação na defesa de interesses da sociedade - indivíduos - e do mercado junto ao Poder Público.

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